Review Preacher S01E10 – Call and Response

Cééééééus, que gran finale SENSACIONAL!

Review Preacher | Call and Response | Pow de Cast

Começa com cenas bucólicas de Annville… Bem, durante a série toda a cidade parece bem morta a não ser pelos eventos religiosos que Jesse organiza, mas dessa vez nos é apresentado esse background onde a população se prepara para a chegada de Deus.

Quebrando essa paz entediante, Tulipa invade a casa de Donnie. Não bastasse ter destroçado a porta de vidro da casa numa chegada triunfal, ainda quebra o nariz na esposa dele. Sua missão: encontrar Jesse Custer. Eis que o próprio aparece como se nada tivesse acontecido. Bom, preciso comentar que a evolução de Donnie na série é maravilhosa! O personagem que antes era odiado, depois digno de pena e agora se tornou um aliado do pastor. E apesar do nariz quebrado, Betty ainda ajuda Tulipa e Jesse a chegarem até a igreja.

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Por sinal, Tulipa continua determinada a se vingar de Carlos por tê-los traído. Inclusive depois do flashback, a interação honesta entre os dois, toda aquela química e a circunstância do casal diante da traição de Carlos até me faz dar inúmeros créditos para essa sede de vingança de Tulipa. Porém, Jesse tenta convencê-la que matá-lo não vai trazer de volta aquela vida de antes.

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Outra cena muito intensa é a de Cassidy sendo interrogado pelo Xerife Root. Root está cada vez mais perturbado pelo desaparecimento do filho, o Cara-de-Cu, mas ainda lhe resta uns goles de razão e não só começa a sacar que Cassidy é vampiro como também percebe que a melhor maneira de obter respostas é torturado o coitado. Cassidy não é besta… E acaba usando sua habilidade de persuasão e diz quão bom foi o desaparecimento de Eugene para ele. Acho que já sabemos quem ganhou essa batalha.

ENFIM a cena que todos (de Annville) gostariam que chegasse! Jesse faz Deus aparecer na igreja! Particularmente, achei essa cena bastante forçada e muito nada a ver, mesmo que na série ela tivesse o propósito de ser um momento nonsense, acho que saiu um pouco pela tangente. Não sei vocês, mas me fez lembrar Monty Python.

O desenrolar da história é bizarro demais! Tão bizarro que o desfecho é o seguinte: Deus se diz impostor e, por conta dessa declaração, os fiéis destroem a igreja e lá está Emily (mais feliz do que nunca) tocando uma musiquinha no órgão.

Oun! <3

Oun! <3

Cortando novamente para Emily explicando aos filhos que não precisam de Deus, que nunca precisaram e que nada mudou por conta disso. Sim, tudo mudou.

Vocês se lembram das cenas bucólicas lá do início? Então, por terem descoberto a “inexistência” de Deus, todos em Annville deixam aflorar seus desejos mais escondidos. Aí a gente fica pensando, será que eles sempre foram pessoas más e o fato de não haver um ser supremo para julgá-las fez com que todo aquele pudor desaparecesse? Fica aí a dúvida.

Bom, não vou comentar para não dar tantos spoiler, mas essa sequência de cenas finais com as emoções mais animalescas em evidência foi o melhor modo de terminar a temporada. E o gran finale vem com o trio Jesse, Cassidy e Tulipa numa viagem em busca de Deus. Vale observar que é a primeira cena em toda a temporada que não traz a sensação de calor intenso como ocorria no cenário de Annville. Interessante!

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Devo dizer que foi um final muito massa. Acredito que essa primeira temporada tenha sido o prelúdio da história dos quadrinhos e vendo os três juntos mostra que agora a história começa de verdade!

Hum… Sobre o Cowboy? Ele vai atrás de Jesse! Alguma expectativa para a próxima temporada?

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Carolina Cruz

Nascida no Dia Mundial do Disco Voador. Publicitária, blogueira, podcaster e ávida pesquisadora do trivial. É isso!

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